ONDE TUDO COMEÇA

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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

MENSAGEM DO DIA




A BATALHA MORTAL ENTRE NOSSO CORPO E O CÂNCER




Nas imagens, da Universidade de Cambridge, célula T ataca alvo sem atingir seu entorno

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/video-mostra-batalha-mortal-entre-nosso-corpo-o-cancer-4304040#ixzz2JJrvfJaA 




Vídeo mostra batalha do nosso corpo contra células do câncer
RIO - Um vídeo da série "Sob o Microscópio", da Universidade de Cambridge, revela uma batalha até a morte entre uma célula branca do sangue (do sistema imunológico) e uma célula cancerígena. A célula T (verde), que tem apenas 10 mícrons de comprimento, identifica e envolve sua vítima lentamente (o filme foi acelerado - a ação é 92 vezes mais rápida que o tempo real).
O vídeo foi feito pelo doutorando Alex Ritter, no laboratório de imunologia do professor Gillian Griffiths, informa material publicado no site “The Atlantic”. Em sua página no Youtube, Griffiths explica por que este processo é essencial para a pesquisa do câncer:
- Células do sistema imunológico protegem o corpo contra patógenos. Se as células em nossos corpos são infectadas por vírus, ou se tornam cancerígenas, então células assassinas do sistema imunológico identificam e destroem as células afetadas. Células T citotóxicas são assassinas muito precisas e eficientes. Elas são capazes de destruir células infectadas ou cancerígenas, sem destruir células saudáveis em seu entorno. Nosso laboratório estuda como isto acontece. Ao entender como isso funciona, podemos desenvolver formas de controlar células assassinas. Isso nos permitirá descobrir como melhorar as terapias do câncer.


domingo, 27 de janeiro de 2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

DE COR E SALTEADO




DE COR E SALTEADO

Dizem os especialistas na área da neurolinguística que o mais importante no enfrentamento dos fatos desagradáveis ou tormentosos da vida é fazer o “reframe”, ou seja, colocá-los sob nova perspectiva e dar-lhes um novo significado.

Tenho procurado fazer isso com a experiência do câncer. Encará-lo como mais um dos inúmeros grandes desafios que a Vida até agora me propôs. Tenho também procurado enquadrá-lo como uma “aventura emocionante”. Aliás emoções dançantes e circulantes nessa “jornada” é que não faltam. Vão do medo, à raiva e revolta até um sentimento de calmaria. No meu caso específico acredito já ter percorrido toda a escala de 0 a 10. Já fui da raiva e revolta + um medo medonho de morrer até o sentimento de aceitação-placidez diante da possibilidade de encarar a inevitabilidade  "daquilo que é" do jeito que é e ponto! Mas, evidente  que nunca pensei em entregar os pontos. Não,isso nunca! Nunquinha! Na batalha eu vou até o fim! Pois bem, por isso mesmo, em nenhum momento me declarei feliz, hasteei bandeirinhas ou soltei fogos dizendo ter feito “intensas” ou "abençoadas" descobertas por causa do câncer.  Oh! Nãooooo!!! De jeito nenhummmmm! Estou aprendendo muito, é verdade, fazendo dos limões todas as limonadas possíveis. E aí entram um milhão descobertas de coisas - boas, é verdade! (afinal... alguma compensação a Vida há de dar, né?)- que vão desde como me alimentar bem, priorizar exercícios físicos, entrar em contatos com as minhas mais variadas emoções, reconectar-me com o lado espiritual da Vida - muitas vezes tão negligenciado e esquecido -, valorizar os bons momentos, as pequenas alegrias, celebrar cada  uma das dádivas do cotidiano, desde uma manhã luminosamente azul a uma árvore flamejante em flor... E, sobretudo, agradecer por isso tudo e muitooooo, muiiitooooo mais!!! Aliás re-descobrir o sentimento de gratidão e exercitá-lo em cada pequena gentileza ou gesto de carinho e atenção que me são feitos foi algo muito forte em minha vida! Mas quero abençoar tudo isso e seguir em frente “FREE”, completamente “CANCER-FREE”! Cantando de peito aberto junto com Beto Guedes: “Sol de primavera abre as janelas do meu peito, já choramos muito, muitos se perderam no caminho e a lição, sabemos de cor!” 

Ou melhor dizendo:

DE COR E SALTEADO. 


sábado, 15 de dezembro de 2012

MANTRA DE TODOS OS DIAS



EM FORMA DE ORAÇÃO


LAVA
LEVA
LIVRA
LOUVA!

CURA
TRANSFORMA
AGRADECE 
ABENÇOA

E SEGUE!


O TAO: MISTERIOSO E INEFÁVEL



WU-WEI

Não resistir
 deixar fluir
não se apegar
seguir com o fluxo
ir com a corrente.

Não existem inícios
não existem fins
O Universo é um processo
e o processo está em mim
Não existem caminhos
Cada um de nós é seu próprio caminho.

Tao é mudança
muitas mudanças 
Vida que continua e se expande
Elimina
Evolve
Retorna em suas muitas dimensões
E continua a se revelar
na fragrância oculta de uma flor solitária nas entranhas da colina
no fluir do vento
no crepitar do fogo
no curso da água
no movimento dos peixes e dos pássaros
Na semente abrindo-se ao clarão...

Nesta semana estou incluindo em minhas rotinas de vida
entre outras sutilezas meditativas
observar os pássaros e as nuvens no céu
embelezar meus dedos dos pés e sair descalça por aí
contemplar estrelas no céu noturno
rolar nas ondas
dançar ao som do vento
tomar um banho de chuva
assobiar
abraçar uma árvore!





sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A VIDA E SEUS PONTOS DE MUTAÇÃO




Este é o ponto: focalizar o câncer (ou qualquer experiência que altere a vida) como:
  • Um portal de transformação e novos começos.  
  • Uma circunstância de vida que nos convida à mudança (como o câncer) e que muito frequentemente é vista como não-convidada. 
Como consequência, é muito fácil pensar que alguma coisa deu errado. 
Diga para você mesma: - Não, não deu! 
Re-enquadre, re-emoldure e aceite tudo isso como um convite e uma sabedoria de nossas almas nos chamando à transformação e à vivência de uma autêntica vida, seja lá onde estivermos, no começo, no meio ou no fim do caminho!
E pense: Isto é a VIDA me chamando e me dizendo que ELA: 
É BONITA 
É BONITA 
É BONITA!


sábado, 8 de dezembro de 2012

MOVENDO MONTANHAS





CONFIANÇA: Fé a cada Passo


A verdade é que a gente oscila. Eu oscilo. Como um bambu ao vento, tremo. De medo, de insegurança, de um desespero surdo e controlado e ao mesmo tempo quase mudo, só percebido em pensamentos que afloram em vozes que sussuram, me tirando a paz e o sossego... E nessas horas o meu chão, que até o momento parecia tão firme, pavimentado de esperanças e pedrinhas de brilhantes, também treme. E me pergunto se essa já não é a presença de mais uma possibilidade de enfrentamento das agruras desse caminho, que não é o de Santiago, mas é tão árduo, íngreme, solitário e povoado de surpresas (nem sempre queridas) quanto aquele. Não há respostas. Silêncio absoluto num chão coalhado de incertezas, buracos negros e a presença quase sempre silenciosa do 'inimigo'. Também, confesso, não sei se quero respostas ou se estou preparada para ouvir coisas que não quero definitivamente ouvir...

Pois é... tem dias que é mesmo assim... Não sei bem por que é assim. Ou melhor, até sei: são ondas de medo ou o medo que surge em ondas só porque de repente, não mais de que repente uma dorzinha diferente despontou em algum lugar desse meu lindo corpinho e aí minha doce e linda e poderosa imaginação entra em ação. Ou seja, começo a ver imagens protagonizando cenas grotescas e começando a querer dirigir o ‘espetáculo’ dentro do palco do meu corpo. E aí eu digo: - Opa, queridinha! Sei que você é linda e poderosa, mas... porém, contudo, todavia, entretanto... ainda não me deixei ser marionete. Filme de horror, não! Corta! Edita! Refaz!

Lidar com esse desespero transmudado em calma exige muito autocontrole. Mais do que autocontrole talvez exija conhecimento. Quero dizer: posso não saber o que vai me acontecer daqui por diante, as coisas podem até estar de alguma forma pi(o)rando e como isso ocorre num lado praticamente invisível de meu ser, eu não consigo vislumbrar isso com a devida e desejada clareza que gostaria de ter, mas... até que ponto ter essa clareza é tão importante neste exato momento? Não irá ela me fazer desesperar e ter esperanças e fé agora é o mais fundamental e tudo o que mais preciso? Porque não há nada no sentimento do desespero e da desesperança que possa melhorar minha situação. Pelo contrário, só contribuirá para agravar. Então o melhor a fazer é me nutrir de bons pensamentos, rezar mantras, pedir a Deus com muita fé que Ele mande a cura e a transformação e acreditar que Ele está fazendo isso agora, neste exato momento porque Ele me ama, porque sou sua filha, porque sou uma expressão da Vida à Sua imagem e semelhança, porque quero e mereço continuar viva e cheia de saúde, porque tenho projetos de vida e sonhos a serem materializados, porque decididamente não quero ir para o lado de 'lá' agora!... E afirmar isso não me soa infantil nem resvala para o reino do pensamento mágico. Se Deus não entra nessa estória e não dá sua força apoio e colaboração, qual o sentido de tudo o que Jesus disse a respeito da fé que move montanhas? 


Fé a cada passo! 

Eu acredito numa Vida bela e num

DEUS 
IN-SU-PE-RÁ-VEL! 


quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

VAI UM MIX AÍ?



O MIX NOSSO DE CADA DIA NOS DAI HOJE!

Andar com fé eu vou 
que a fé não custuma faiá





Curar um câncer é um mix. Envolve muitos ingredientes. Ou seja, qualidades, como afirma Leigh Fortson em seu livro EMBRACE RELEASE HEAL. E não é só ela quem diz isso. Carl Simonton, oncologista e co-autor do livro CARTAS DE UM SOBREVIVENTE, também diz o mesmo usando outras palavras. Ele fala, por exemplo, que a cura de um câncer envolve a cura do ser em outros níveis, mais sutis e profundos, para além do corpo e seu aspecto meramente físico-biológico. É uma cura da alma. É uma cura espiritual. É uma cura da vida. 

Leigh lembra que as pessoas que abraçaram a jornada em busca da cura do câncer em suas vidas se comprometeram com mudanças de hábitos negativos tanto na sua maneira de pensar e ver a vida, bem como em seus comportamentos. 

Lendo as estórias de vida dessas pessoas, pode-se perceber como cada uma delas fez um caminho todo próprio, ainda que se inspirando em estórias de vidas de outras pessoas que se curaram. Penso que esta seja uma jornada única, pessoal e intransferível. É que o sendeiro que nos leva à libertação da doença tem que ser trilhado por cada um de nós em particular, segundo nosso próprio ritmo, percepção e sensibilidade, pois somos seres únicos, com respostas únicas e individualíssimas. O que não quer dizer que o que serviu para uma pessoa não sirva para ser utilizada por outra. Não, não é bem assim. Embora não sejamos fabricados em série como as canetas, possuímos características biológicas semelhantes e é nisso que devemos acreditar e usar em nosso favor. Sempre penso: SE DEU CERTO PRA ELA, PODE DAR CERTO TAMBÉM PRA MIM! Anthony Robbins, autor de PODER SEM LIMITES e DESPERTE SEU GIGANTE INTERIOR diz de uma forma brilhante “que o nosso Criador não concede privilégios, que cada um de nós foi criado como uma pessoa singular, mas com oportunidades iguais para experimentar a vida em sua plenitude.”  E mais, quando se tratar de alcançar o sucesso ele afirma que “a melhor estratégia, em quase todos os casos, é encontrar um modelo, alguém que já esteja conseguindo os resultados que você almeja e depois explorar seus conhecimentos. (...)  Isso não só o tornará mais eficaz, como também poupará muito tempo porque não terá que re-inventar a roda.

Ao falar sobre tudo isso, me vem à lembrança o que uma amiga minha me dizia a respeito da necessidade de cada um fazer o famoso Caminho de Santiago sozinho e não acompanhada de outra pessoa, fosse um familiar ou amigo. Lembro-me de na época não entender muito bem toda essa estória. Mas  hoje consigo visualizar isso na jornada pessoal e única que cada um empreende na experiência de busca da cura do câncer em seu corpo e na sua vida. Como no percurso do Caminho de Santiago, esta é uma busca solitária, confrontada com os próprios medos e dores e forças e recursos internos para lidar e acolher nossa vida em suas mais difíceis circunstâncias. Muito embora tais sentimentos possam ser compartilhados com outros companheiros e companheiras, eles continuam sendo personalíssimos em seu enfrentamento e crescimento. De minha parte, sei que me faz um bem enorme dividir estórias de vida com outras companheiras dessa jornada. Me faz um bem enorme ler estórias de sucesso. Me sinto bebendo sabedoria, saúde e conforto emocional e espiritual ao pé da fogueira da vida! Aliás, não sei se isso é certo ou errado, mas só estou a fim de ouvir estórias de sucesso. Derrotas, passo ao largo. Já são muitas as dúvidas e medos e inseguranças e traumas decorrentes de estatísticas que temos que encarar. Portanto... JEJUAR É PRECISO!!! Daí só me permitir estórias de sucesso e esperança!

Segundo Leigh Fortson, um dos itens que merece compor nosso “MIX” é a DEDICAÇÃO ou a manutenção de um FOCO DE NAVALHA AFIADA em nossas aspirações para nos livrarmos do câncer, nos tornarmos saudáveis e inteiros novamente! Ou seja, a constância, a disciplina e a perseverança são fundamentais! É trabalho árduo e diário! Simonton nomeia isso como COMPROMETIMENTO! Leigh diz que assim como nos preparamos cuidadosamente para uma viagem, dedicando-nos a pormenorizar todos os detalhes, alegres e cheios de confiança de que o passeio será um sucesso, o mesmo deve ocorrer na jornada personalíssima pela travessia da cura do câncer. Termos inteira confiança de que chegaremos "lá" “fala” para nossas células e alivia nossos temores. Ela diz que é contraprodutivo ignorarmos nossos temores e nossas dores, fingindo que eles não estão lá. Quando notarmos sua presença, não vamos oferecer-lhes nenhuma resistência. Vamos aceitá-los. Abraçá-los. Reconhecer que eles fazem parte de nossa jornada. Atravessemos todos os sentimentos de dor, luto, tristeza, raiva a que temos direito, mas aceitando-os. Sabemos que vão passar. Vamos nos nutrir de carinhos e cuidados afetuosos para conosco o mais que pudermos. Vamos nos permitir até chorar se as lágrimas insistirem em vir à superfície. Quem disse que não podemos chorar? Chorar faz bem, alivia, lava a alma! Vamos orar por libertação. Eu, particularmente, amo o Salmo 120 (Levanto meus olhos para os montes, De onde me virá o socorro...) e também o 138 (Senhor, Tu me sondas e me conheces...). 

Podemos também pedir ajuda àqueles a quem amamos.  Atravessarmos tudo isso para em seguida deixarmos todo esse estofo ir embora. E sempre, sempre, nos recalibrarmos, rever nosso foco e colocar nossa mente voltada para aquilo a que mais aspiramos: A CURA E A TRANFORMAÇÃO DO CÂNCER em nosso corpo físico, com evidentes consequências em nossa vida psico-espiritual.

Saber que outros se curaram nos conforta e nos diz que nossa cura é possível e ela está ao nosso alcance. Milagres acontecem o tempo todo e a nós foi dado saber que fomos marcados para fazê-los acontecer em nossas vidas e fazer toda a diferença! Ter essa compreensão não só nos move como nos co-move, fazendo-nos mover juntos com outros, partilhando nossas estórias de vida com um misto de amor, esperança e sabedoria!


AMÉM! ALELUIA!
COM EXCELENTES VIBRAÇÕES!




quinta-feira, 15 de novembro de 2012

MENSAGEM DO DIA





ENERGIA, MEDITAÇÃO E CURA
Uma abordagem holística


No livro EMBRACE, RELEASE, HEAL há um capítulo todo dedicado à Energia. Leigh Fortson começa dizendo como é difícil para nós aceitarmos o real conceito de que somos feitos de antimatéria. Ou melhor dizendo, de que somos pura energia. Ainda que densificada e, por isto mesmo, visível. Nossa grande dificuldade começa quando temos que abrir mão da ilusão criada pelos nossos sentidos de que o corpo é algo real e sólido. Até porque ele experimenta dor e prazer, de uma forma bem material. Perceber que isto não corresponde à realidade dos fatos é profundamente difícil e desconcertante! A sensação é a de que nos pregaram uma peça ou a de que caímos numa cilada! Nossa “cegueira” chega a ser divertida!

Ok! Arrogâncias à parte e sem querer subestimar nosso sub-pseudo-e sempre-curioso-e-inteligente-intelecto! A verdade é que nossos olhos estão enganadíssimos. A beleza da vida é puro enigma! E nós nos inserimos nela! Somos corpos-densos-e-sutis em pura harmonia... 

Na natureza, tudo vibra... tudo dança... Só existe isso: a dança da energia e o vazio... A energia densa se torna perceptível em formas físicas. Daí que temos corpos, rochas, montanhas, água, árvores e etc... A energia mais sutil se torna invisível aos olhos e se reflete no ar, no vento, na luz, nos pensamentos, nas emoções, em nosso espírito habitando um corpo. Como seres humanos refletimos duplamente a energia, tanto no plano físico quanto no plano mental, emocional, espiritual. A visível e a invisível. Entender esse real conceito é fundamental para entender que o câncer também é uma energia. Nas palavras de Leigh, “nossos corpos físicos são caldeirões de energia não-física. Nossas mentes são a porta de abertura através da qual a energia não-física passa. O fluxo não para no espaço do cérebro. Ele derrama pelos nossos corpos adentro, alimentando-os com a natureza dos nossos pensamentos e emoções - material não-físico.”

Penso que a percepção de tal realidade seja fundamental para que a gente comece a efetivamente a admitir que somos um CORPOMENTE, ou seja, uma UNIDADE ONDE O CORPO COMO ÚNICA PARTE VISÍVEL DE NOSSO SER CONTINUAMENTE SE MOVE/VIBRA E SE PROJETA NO ESPAÇO ATRAVÉS DE PENSAMENTOS, EMOÇÕES E ESPÍRITO EM CONTÍNUO COMANDO DO “ESPETÁCULO”! Verificar a qualidade dessa energia que nos habita e nos alimenta continuamente é de vital importância para a recuperação e manutenção de nossa saúde. Daí a importância da meditação como exercício diário de atenção. Segundo aqueles que a praticam como rotina no processo de cura do câncer, ela deve ser realizada em um mínimo de três vezes ao dia e em torno de 30 minutos a 1 hora. 

Como afirma Fritjof Capra em O PONTO DE MUTAÇÃO, págs. 343/344, "quando o organismo está inteiramente relaxado, a pessoa consegue estabelecer contato com seu próprio inconsciente, a fim de obter informações importantes sobre seus problemas ou aspectos psicológicos de sua enfermidade. A comunicação da pessoa com seu próprio inconsciente ocorre através de uma linguagem altamente pessoal, visual e simbólica, semelhante  a dos sonhos. (...) O que se requer para essa forma sutil de auto regulação não é o controle, mas, pelo contrário, um estado meditativo de profundo relaxamento em que todo o controle é abandonado. Num tal estado, os canais de comunicação entre as mentes consciente e inconsciente abrem-se e facilitam a integração das funções psicológicas e biológicas. Esse processo de comunicação de comunicação tem frequentemente lugar através de imagens visuais e linguagem simbólica; foi esse papel das imagens visuais no biofeedback que levou numerosos terapeutas a usarem técnicas de visualização para o tratamento de enfermidades. (...) O fato de os indivíduos poderem corrigir um determinado sintoma por si mesmos através do biofeedback reduzirá substancialmente, na maioria dos casos, seus sentimentos de impotência e reforçará uma atitude mental positiva, tão importante na cura."

terça-feira, 13 de novembro de 2012

TRATAMENTOS ALTERNATIVOS E COMPLEMENTARES



Mais uma vez coloco um vídeo sobre a estória de Leigh porque é interessante notar que, no caso específico dela, semelhante ao do Reid Henson, o médico lhe disse que nada mais havia a ser feito: nem radio, nem químio e cirurgia nem pensar. Enfim... ela era, do ponto de vista da medicina convencional, um caso perdido. 

Mas... parodiando o Chaves, eles - os médicos - não contavam com a "astúcia" dela, ou seja, sua grande vontade de viver e encontrar saídas e luzes no final desse "túnel"... E o resto é esta linda história de vida e recuperação que ela tão graciosa e apaixonadamente compartilha com todos nós!

Obrigada Leigh por sua mensagem de fé e esperança!


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

QUANDO O CÂNCER DESAPARECE - O CURIOSO FENÔMENO DA REMISSÃO ESPONTÂNEA







QUANDO O CÂNCER DESAPARECE
O CURIOSO FENÔMENO DA REMISSÃO ESPONTÂNEA

(Uma breve sinopse com tradução livre)

(Kelly Turner - material disponível em:  http://noetic.org/noetic/issue-seventeen-december/unexpected-remission/)


Todos nós ouvimos uma estória como esta. Após tentar todos os tratamento que a medicina ocidental têm a oferecer, é dito a uma pessoa, já com câncer em estágio IV, que não há mais nada que os médicos possam fazer por ela e esta pessoa é então mandada para casa para receber cuidados paliativos. Cinco anos depois, essa pessoa adentra o consultório médico a passeio, sentindo-se maravilhosa e com nenhuma evidência mais de ter tido um câncer.

No mundo médico, este tipo de caso é mencionado como uma remissão espontânea, que é definida como “o desaparecimento, completo ou incompleto, do câncer sem tratamento médico ou com tratamento médico que é considerado inadequado para produzir o resultado do desaparecimento dos sintomas da doença ou do tumor.”

Muitos pesquisadores, incluindo eu mesma, acreditam que a palavra espontânea e um termo impróprio e deveria ser trocada para inesperada ou improvável. Nós sentimos dessa forma porque poucas coisas na vida são verdadeiramente espontâneas - ocorrendo puramente por acidente. É muito mais provável que estas remissões tenham uma causa - ou duas ou três - que a ciência ainda não tenha identificado.

PAINEL DE FUNDO
Independentemente da forma como nós as nomeamos, as remissões espontâneas efetivamente ocorrem e mais de uma em mil casos, em todos os tipos de câncer, têm sido publicadas em revistas médicas. Milhares mais têm provavelmente ocorrido mas não têm sido publicadas porque a grande maioria dos médicos não tiram um tempo para escrever um relatório e submetê-lo a uma revista médica - o que, infelizmente, é atualmente a única maneira de acompanhar esses tipos de casos. (...)
..............................................


PANO DE FUNDO:

Talvez porque eu seja uma pesquisadora qualitativa e não uma médica, eu sempre fiquei fascinada pelos casos de remissões espontâneas. Quando comecei a estudá-las durante meus estudos de doutorado na Universidade da Califórnia, em Berkeley, eu fiquei desapontada ao ver quantas poucas pesquisas haviam sido feitas nesta área. O primeiro problema que eu percebi é que não havia nenhum banco de dados onde eu pudesse facilmente encontrar e analisar tais casos. O segundo problema que notei foi que havia dois grupos de pessoas que estavam sendo grandemente ignoradas nas pesquisas: os sobreviventes em si, bem como os curadores não-alopáticos. Parecia estranho que num esforço para explicar as remissões espontâneas, nós não estivéssemos interrogando as pessoas que estavam atualmente curadas. Eu também não podia compreender por que, quando tentando explicar a remissão que é por definição não um resultado de um tratamento alopático, nós não estávamos buscando as hipóteses de curadores não-alopáticos.

Como resultado, minha pesquisa dissertativa envolveu coleta de hipóteses destes dois grupos previamente ignorados sobre por que as remissões espontâneas puderam ocorrer. Mais especificamente, eu passei dez meses viajando pelo mundo em busca de cinquenta curadores não-alopáticos. Minha pesquisa me conduziu a entrevistas com curadores nos EEUU, China, Japão, Nova Zelândia, Tailândia, Índia, Inglaterra, Irlanda, Zâmbia, Zimbabue e Brasil. (...) Quando retornei desta surpreendente viagem, eu encontrei vinte casos não publicados de remissões espontâneas e realizei entrevistas por telefone com os sobreviventes. Propositadamente busquei primeiramente casos não publicados com o objetivo de verificar se eles eram verdadeiros - e eles eram. Sou grata à American Cancer Society por financiar parcialmente este estudo.

(...) Identifiquei mais de setenta e cinco “tratamentos” para o câncer, sendo que seis dos quais foram os mais frequentes entre os setenta. Crenças subjacentes sobre o câncer também emergiram das entrevistas, três das quais foram mais frequentes. (...) 
Por favor, lembre-se que isto são apenas hipóteses e não fatos.

  • CRENÇA 1 - MUDAR AS CONDIÇÕES NAS QUAIS O CÂNCER PROSPERA (...)
  • CRENÇA 2 - DOENÇA + BLOQUEIO/LENTIDÃO; SAÚDE = MOVIMENTO (...)
  • CRENÇA 3 - UMA INTERAÇÃO CORPO-MENTE-ESPÍRITO EXISTE E A ENERGIA PERMEIA TODOS ESSES TRÊS NÍVEIS (...)


Complementando estas três crenças subjacentes sobre a saúde, houve seis tratamentos que os sobreviventes do câncer e curadores discutiram mais frequentemente. Isto incluiu “tratamentos” físicos, bem como emocionais, energéticos e espirituais. Eles se encontram listados abaixo, em ordem alfabética.


  • MUDANÇA DA DIETA PESSOAL - a maioria de meus entrevistados acreditaram que foi importante mudar sua dieta para principalmente vegetais inegrais, frutas, cereais e grãos, eliminando ao mesmo tempo carne, açucar, derivados do leite e cereais refinados. (...)


  • EXPERIÊNCIA DE UMA PROFUNDA ESPIRITUALIDADE - a maioria de meus entrevistados também discutiu sentimentos - não apenas acreditando, mas realmente sentindo - uma sensação de uma energia divina e amorosa internamente. Alguns inclusive vivenciaram experiências transcendentes (...)


  • SENTIMENTOS DE AMOR/ALEGRIA/FELICIDADE - a maioria de meus entrevistados também discutiu a importância de aumentar o amor e a alegria em suas vidas a fim de ajudá-los a recuperar a saúde.


  • LIBERAÇÃO DE EMOÇÕES REPRIMIDAS - Porque muitos de meus entrevistados acreditavam que a doença representa um estado de bloqueio, eles, consequentemente acreditaram que era saudável liberar as emoções que eles vinham até então segurando/carregando, tais como medo, raiva e tristeza. (...)


  • INGESTÃO DE ERVAS OU VITAMINAS - a maioria de meus entrevistados também tomou variadas formas de suplementos, com a crença de que isto iria ajudá-los a desintoxicarem seus corpos e fortalecerem/impulsionarem seu sistema imunológico. (...)


  • USO DA INTUIÇÃO PARA AJUDAR A TOMAR AS DECISÕES RELACIONADAS COM O TRATAMENTO.

Complementando estes seis “tratamentos” listados, houve adicionalmente tratamentos que foram mais frequentes num grupo do que em outro. Por exemplo, os três temas subsequentes foram muito frequentes entre os vinte sobreviventes, mas não tanto entre os curadores.

  • ASSUMIR O CONTROLE SOBRE AS DECISÕES SOBRE SUA SAÚDE - um papel mais ativo nas tomadas de decisões sobre a saúde em oposição à aceitação de qualquer coisa que os médicos estivessem dizendo a eles.


  • TER UM FORTE DESEJO DE VIVER - “o médico me disse: Após fazermos esta cirurgia e  quimioterapia e radioterapia, podemos dar a você mais cinco anos de vida. E eu pensei: Eu quero viver mais do que cinco anos! (...) e fiquei furiosa e então saí com uma atitude de que isto não vai me abater/derrotar (...)”


  • RECEBER APOIO SOCIAL - demonstração de amor, sentimento de valor (...)


Dois outros temas ocorreram mais frequentemente entre os curadores:

  • CURA, DERRAMAMENTO, DESBLOQUEIO DE ENERGIA; e
  • FORTALECIMENTO E ATIVAÇÃO DO SISTEMA IMUNOLÓGICO - você pode ler mais sobre isso na minha dissertação completa) (...)